Moçambique

Hortência Cumbe conta que “Sem o apoio da Oikos, não ia conseguir concluir a casa”

Todos os dias, D. Hortência abre o seu negócio de coco, tapioca, feijão, amendoim e outros produtos essenciais para a comunidade com a ajuda da sua filha Angelina Manhique. A partir do seu espaço no Bairro Patrice Lubumba, vários jovens levam estes produtos em carrinhos de mão até aos clientes, como uma verdadeira “equipa de venda e entrega ao domicílio”.

Contudo, as cheias de 2026 vieram interromper a atividade e afetaram o rendimento da família e a capacidade para pagar o empréstimo de 184.900 MZN, contratado inicialmente com um prazo de reembolso de 36 meses. Renegociando prazos com o banco, D. Hortência conseguiu ajustar o plano de pagamentos e continuar a cumprir o seu compromisso.

Hortência conta-nos ainda que

Sem o apoio da Oikos, não ia conseguir concluir a casa. Até hoje ainda estaria daquela maneira. Mas graças a este projeto, consegui!”

A sua história mostra como, perante os efeitos cada vez mais frequentes das alterações climáticas, soluções flexíveis fazem a diferença para que pequenos negócios continuem a sustentar famílias e comunidades.

Apoiamos cada vez mais famílias a concretizar o sonho de ter uma casa digna. Durante a 2ª fase do projeto “A Minha Casa”, serão financiadas (pelo menos) mais 150 obras de reabilitação das habitações de famílias de baixos recursos.

O projeto “A Minha Casa II” é implementado pela Oikos, em parceria com a Luarte e o Moza Banco, com financiamento do Instituto Camões, IP.