Emergência Idai e Kenneth: melhoria da segurança alimentar
Recuperação agrícola para segurança alimentar das populações afetadas pelos ciclones Idai e Kenneth.
Recuperação agrícola para segurança alimentar das populações afetadas pelos ciclones Idai e Kenneth.
É lançada hoje em Portugal a campanha #por_mocambique, que tem como embaixadores duas figuras públicas muito queridas em Portugal, Catarina Furtado e Mia Couto, que representam a união entre os dois povos unidos por uma causa.
A Oikos foi selecionada pelo Governo Português, através do Camões, I.P., para receber apoio de reforço ao seu trabalho face à situação humanitária que se vive no Norte de Moçambique.
É a primeira vez que este distrito tem uma sede para os pescadores do Conselho, criado em 2002 e desde então sem um espaço fixo para reunião e debate!
No âmbito dos trabalhos realizados com os Conselhos Comunitários de Pesca do distrito de Mossuril para a gestão de recursos pesqueiros e da biodiversidade marinha, foi identificada a necessidade de existirem meios mínimos para realização das tarefas que estão sob a sua responsabilidade.
De hoje até quarta-feira estará a acontecer o primeiro Workshop Nacional de Indústrias Criativas em Cuba.
Com o objetivo de avançar na identificação e promoção de liderança de Organizações Juvenis, o projeto Junt@s formou 403 jovens em multiculturalidade e competências transversais através de diferentes workshops em 4 Municípios da Colômbia.
Sede, energia renovável e arcas congeladoras melhoram a qualidade de vida de comunidade de pescadores e mulheres vendedoras de peixe!
Moçambique é país do coração da Oikos. Além de tudo o que liga Moçambique a Portugal, este foi um dos primeiros países onde a Oikos estendeu a sua atividade internacional, trabalhando no combate à fome, redução da pobreza e melhoria da vida de milhões de pessoas no país há mais de 30 anos.
Desde 2009 que temos representação permanente em Cabo Delgado, Montepuez. Seria impossível nao responder à emergência e crise humanitária no Norte de Moçambique, que está perto de atingir as 800 mil pessoas. Numa primeira instância, estamos a integrar pessoas deslocadas nas comunidades onde trabalhamos na área da segurança alimentar e a coordenar com as Nações Unidas e parceiros dos clusters de ajuda humanitária para contribuir na resposta de emergência.
O mais recente ataque em Palma causou uma movimentação ainda maior de pessoas que fogem para outros distritos à procura de ajuda e sobrevivência face à crise humanitária no Norte de Moçambique que está perto de atingir as 800 mil pessoas. A Oikos está nestes distritos e está já a integrar algumas famílias deslocadas nas comunidades onde trabalha na área da segurança alimentar.
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